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07 janeiro 2019

Bahia alcançará primeiro lugar em geração eólica em 2019

Nos últimos quatro anos, foram investidos R$ 13,06 bilhões em energias renováveis no Estado

 Os bons ventos que levaram desenvolvimento econômico e social, em especial, para a região do semiárido baiano nos últimos 10 anos, farão a Bahia alcançar o primeiro lugar em geração eólica em algumas semanas, ultrapassando o Rio Grande do Norte. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a diferença é de apenas três parques e 247,1 MW. O Estado encerra o ano de 2018 na contagem regressiva para a chegada ao primeiro lugar em geração eólica, posição que já ocupa no ranking de geração de energia solar fotovoltaica.

Com o melhor potencial solar do país, a Bahia investiu mais de R$ 13,06 bilhões em energias renováveis nos últimos quatro anos. A energia eólica foi responsável pelo investimento de R$ 9,93 bi com a implantação de 102 parques (2.634 MW) e a geração aproximada de 39,1 mil empregos em toda a cadeia produtiva. Já a energia solar fotovoltaica investiu R$ 3,13 bi, para implantação de 24 parques (606,2 MW), que geraram aproximadamente 15,3 mil empregos.
 
Segundo a secretária de Desenvolvimento Econômico (SDE), Luiza Maia, as energias renováveis são um bom exemplo do constante esforço feito pelo Governo do Estado na interiorização dos investimentos, em especial nas regiões mais secas e carentes, como o semiárido. “A Bahia foi abençoada com ventos constantes e unidirecionais e um excelente nível de radiação solar. O que o governo tem feito é incentivar e desenvolver essas vocações naturais na busca de alternativas limpas para geração de emprego e renda”, afirma.
 
A secretária lembra que o documento PIB dos municípios baianos (2015-2016) divulgado, na semana passada, pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), em parceria com o IBGE, revelou que os municípios de Gentio do Ouro e Tabocas do Brejo Velho destacaram-se positivamente na análise do ranking de participação do PIB nacional, graças às energias renováveis que impactaram de forma positiva esses e outros municípios.
 
 
Boas perspectivas para o futuro
 
As perspectivas continuam positivas para o segmento que prevê a continuidade nos investimentos. A previsão para a energia solar fotovoltaica é de crescimento. Até 2021, mais 5 parques devem entrar em operação com um total de 124,6 MW e perspectiva de investimento de R$ 738,5 milhões.
 
Quando analisados os números de usinas eólicas com previsão de instalação, a Bahia sai em disparada na frente. Enquanto o Rio Grande do Norte tem previsão de instalar mais 33 novas usinas (823,8 MW), o estado baiano irá colocar em operação mais 96 parques (1.781,8 MW) até 2023. Serão investidos em torno de R$ 7,49 bilhões, que vão gerar aproximadamente 26,7 mil empregos em toda a cadeia produtiva.
 
De acordo com dados da SDE, quando os 96 parques estiverem implantados e forem somados aos atuais 135 em operação, serão mais de 5GW, a partir da fonte eólica, injetados na rede, capazes de suprir a necessidade de 16 milhões de residências/mês, considerando que a média de consumo de residências do Nordeste é de 120kWh/mês, segundo o Consumo Mensal de Energia Elétrica por Classe definido pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
 
Energia Eólica
 
A Engie Brasil Energia é uma das empresas que investem na Bahia e vai contribuir para que o Estado alcance o primeiro lugar em geração. Localizados nos municípios de Sento Sé e Umburanas, o Complexo Eólico Campo Largo, formado por 11 usinas, está prestes a operar comercialmente em sua totalidade, disponibilizando 326,7 MW de capacidade instalada. Já o Complexo Eólico Umburanas, cuja primeira fase é composta por 18 Centrais Eólicas, está com 80% das obras concluída e tem a expectativa de iniciar a operação comercial ainda em 2018, disponibilizando mais 360 MW de capacidade instalada.
 
De acordo com o diretor-presidente da Engie Brasil Energia, Eduardo Sattamini, a implantação dos complexos na Bahia representou um grande desafio à empresa, superado com muito esforço e empenho de equipes que se dedicaram integralmente a estes que foram os primeiros empreendimentos da empresa no estado. “Nosso próximo passo será ampliar o Complexo Campo Largo, que já tem investimento viabilizado por meio da assinatura de mais de 60 contratos de comercialização de energia com clientes no Mercado Livre. Esta ampliação, também com 360 MW de capacidade instalada, conta com investimento estimado em R$ 1,7 bilhão”, afirma Sattamini explica que com esta segunda fase, a Engie ultrapassará 1.000 MW de capacidade instalada em energia eólica só no Estado da Bahia. “O aumento da participação das fontes solar e eólica na matriz energética brasileira é uma realidade irreversível, o que apenas confirma nossa decisão acertada de investir no segmento de energias renováveis há mais de uma década”.
 
Energia Solar
 
Segundo lugar no ranking de geração solar fotovoltaica na Bahia, a Atlas Renewable Energy planeja em breve alcançar a liderança na geração desta fonte no Estado. Braço de energia renovável da empresa de investimentos britânica Actis, a Atlas foi responsável pela primeira subestação de energia solar 100% digital da América Latina em pleno sertão baiano, com a operação das usinas Juazeiro I, II, III e IV (155 MW), no município que leva o mesmo nome. A empresa é proprietária também de mais duas usinas na região de Bom Jesus da Lapa, São Pedro II e IV (67 MW).
 
De acordo com Danilo Mesquita, Gerente Ambiental da Atlas Renewable Energy, a intenção é de continuar investindo na Bahia. A empresa tem a perspectiva de começar, em março a construção de quatro usinas no município de Barreiras, com 117 MW de capacidade instalada. “As empresas de energia solar fotovoltaica se instalam em terras que passam por longos períodos de estiagem e empreendimentos como o nosso movimentam a economia em diversas fases, como prospecção de área, arrendamento e construção e operação. É gratificante desenvolver trabalhos sócios ambientais, programa de comunicação social e ver a transformação nos territórios de atuação da empresa”, afirma.
 

Fonte: Ascom/SDE

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